terça-feira, fevereiro 19, 2008

Mas e a vida?!

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Já reparou que a maioria das empresas (sem visão), dão maior valor a quem baixa a cabeça, a quem aceita sem contestação, a quem se contenta em ser apenas mais um?
O enquadramento, a padronização do comportamento nos é ensinado desde cedo na escola ruim e mais tarde no emprego que garante o pão. Isso é a sociedade “moderna”!
O trabalho que procura moldar o “eu”, o chefe que controla a opinião, as idéias nada mais são do que extensão do pensamento que boca fechada não entra mosquito e mantém emprego.
O que a gente mais observa no dia a dia, é nego desempregado infeliz porque tá sem grana e na contramão gente empregada de saco cheio com a função que exerce, se sentindo subaproveitada e querendo fugir. Tá certo isso aí? Eu penso que não.
Que felicidade é essa, que a gente só consegue quando chega em casa depois do expediente ou no final de semana? Pense a Respeito.


Ouvindo: 16 Toneladas - Funk Como Le Gusta (Roda de Funk)


2 comentários:

Anônimo disse...

jone diz:
eu calço é 37,meu pai me dá 36,
dói mas no dia seguinte,aperto meu pé outra vez.
È eu já tô crescidinho pague pra ver, que eu aposto
vou escolher meu sapato
e andar do jeito que eu gosto
por que cargas d´agua você acha que tem o direito
de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito
você só vai ter o respeito que quer
na realidade
no dia em que você se fizer respeitar sua vontade...
como vocês podem ver, isso é raul seixas.
sapato 36
enfim, escolha seu sapato,faça seu caminho e seja feliz

abraço

LandisFilho - SoundSystem disse...

Gostei do seu texto Alex.
É um paradoxo sem fim. A vida moderna. Muitas vezes me sinto em conflito comigo mesmo em relação a isso. Devo fazer o que gosto ou o que a sociedade acha o que é melhor pra todos, alimentando o velho "sonho de consumo" (uma casa comfortável, uma carro na garagem e uma poltrona para os dias de Domingo)? Sem dúvida a primeira opção.
Mas me pego às vezes sem um tostão furado no bolso. Aí meu super ego me dá uma martelada na cabeça, fico pra baixo e vem a sensação de que preciso me encaixar na sociedade, arranjar um empreguinho, ganhar um dinheirinho. Daí um novo conflito contra o primeiro, pois sou artista . Poderei até passar minha velhice na pobreza, em consequência da não valorização da arte em nosso país, mas serei feliz em saber que minhas artes (pinturas e músicas) fazem outras pessoas felizes. A maior recompensa.